Quantas vidas passam por nós em velocidade de escape, acumulando coisas e desperdiçando dias?
Por que se fez acreditar que era mais importante dedicar nossa força para conquistar riqueza e não a felicidade?
Quando se estabeleceu nos separar em classes e nos rotular como máquinas de produção?
Quem apontou o primeiro dedo em direção ao seu irmão, colocando-o no lado oposto ao seu?
Qual a necessidade de possuir tantos bens quanto possível sabendo que nunca irá usufruir de tudo enquanto outros ficam com tão pouco?
O que é preciso mudar para que a visão das pessoas sobre seus valores sejam genuinamente alterados?
Como nos permitimos ser coniventes com a supremacia de uns e o sofrimento de outros?
O que estamos fazendo para tornar o mundo um lugar mais justo além de nos acomodarmos em nossos cofres cheios de coisas infelizes?
O trabalho acima da família.
A riqueza acima da bondade.
A ganância acima da justiça.
O egoísmo acima do amor.
É esse o sentido de estarmos aqui?

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