Então a vida te agarra pelo colarinho, te leva pra beira do abismo e te mostra como ele é fundo e escuro.
E você acha que é só mais uma lição, e que da próxima vez vai dar tudo certo...
Mas não tem próxima vez meu amigo, a vida te empurra abismo abaixo, não importa o quanto você achou que isso não seria possível.
E enquanto você cai, todos os seus sonhos e esperanças vão se dissolvendo, deixando um rastro luminoso que se perde para sempre no infinito.
E quando chega no fundo, você ainda está vivo, mas é só uma casca vazia, sem forças, sem vontade...
Você pensa em recomeçar, mas tudo é tão difícil...
Escalar o abismo de novo vai custar o tempo da sua vida, e o tempo está com pressa.
Então você está estático, inerte, inútil.
Ainda resta um pensamento, uma lembrança dos planos que havia feito, mas ele também se esgota. Tudo o que você idealizou foi desconstruído. Sua vida foi uma ilusão pueril. Só uma faísca persiste... Algo teimoso, uma voz incrédula que diz que você tem que tentar, mas mesmo essa voz deixa transparecer o sentimento da dúvida.
Você perdeu.
Você quer reverter mas não sabe como.
Sua mão treme arrastando a terra árida do chão do abismo.
Vale a pena se levantar?
Não seria a hora de aceitar o fim?
O mundo real é muito diferente do que foi idealizado em devaneios atômicos.
O que restaram deles além de palavras esvoaçantes que nunca encontrarão seu paradeiro?
O que fazer depois da queda?
O que existe depois do fim?
E você acha que é só mais uma lição, e que da próxima vez vai dar tudo certo...
Mas não tem próxima vez meu amigo, a vida te empurra abismo abaixo, não importa o quanto você achou que isso não seria possível.
E enquanto você cai, todos os seus sonhos e esperanças vão se dissolvendo, deixando um rastro luminoso que se perde para sempre no infinito.
E quando chega no fundo, você ainda está vivo, mas é só uma casca vazia, sem forças, sem vontade...
Você pensa em recomeçar, mas tudo é tão difícil...
Escalar o abismo de novo vai custar o tempo da sua vida, e o tempo está com pressa.
Então você está estático, inerte, inútil.
Ainda resta um pensamento, uma lembrança dos planos que havia feito, mas ele também se esgota. Tudo o que você idealizou foi desconstruído. Sua vida foi uma ilusão pueril. Só uma faísca persiste... Algo teimoso, uma voz incrédula que diz que você tem que tentar, mas mesmo essa voz deixa transparecer o sentimento da dúvida.
Você perdeu.
Você quer reverter mas não sabe como.
Sua mão treme arrastando a terra árida do chão do abismo.
Vale a pena se levantar?
Não seria a hora de aceitar o fim?
O mundo real é muito diferente do que foi idealizado em devaneios atômicos.
O que restaram deles além de palavras esvoaçantes que nunca encontrarão seu paradeiro?
O que fazer depois da queda?
O que existe depois do fim?

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