Todos os dias eu morro. Todos os dias eu nasço.
Então, como quem não sabe como levar sua vida, dirijo até o próximo bar, sozinho, jaqueta de couro preta, falsa auto-confiança, meu nome é Pedro, tenho 23.
Em busca de nada, não tenho gostos, eu quero o agora, eu bebo a isso.
Se eu fico com alguém, é jogo, sedução. Beijo, sarro. Não anoto nomes nem números.
Bebidas e gozadas.
Amanhã começa de novo, trabalho, depressão.
E esse vazio, eu não sei, o que é a não existência? Como saber o que falta se nunca houve nada ali?
Amanhã é outra noite.
Todos os dias eu nasço.
Todos os dias eu morro.
Então, como quem não sabe como levar sua vida, dirijo até o próximo bar, sozinho, jaqueta de couro preta, falsa auto-confiança, meu nome é Pedro, tenho 23.
Em busca de nada, não tenho gostos, eu quero o agora, eu bebo a isso.
Se eu fico com alguém, é jogo, sedução. Beijo, sarro. Não anoto nomes nem números.
Bebidas e gozadas.
Amanhã começa de novo, trabalho, depressão.
E esse vazio, eu não sei, o que é a não existência? Como saber o que falta se nunca houve nada ali?
Amanhã é outra noite.
Todos os dias eu nasço.
Todos os dias eu morro.

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