Ah, o mundo pertence a nós!
Os loucos!
Só nós enxergamos suas não-cores sem nome, seus anti-ponteiros girando em rotação oposta ao tempo e medimos sua infinita incompletude com a ponta de nossos dedos.
O mundo nos pertence porque nós acreditamos nele de forma inabalável. Com todas as suas lendas e mitos, suas histórias e sonhos, sua farsa e sua magia.
A nós, os loucos, pertencem todos os mundos! Principalmente os irreais, pois somos seus criadores. Cantamos em homenagem às estrelas sem vida e comungamos com a vastidão da inexistência.
Somos Reis e Rainhas. Somos magos e bobos. Somos a suma soma simétrica das rimas.
Nós embalamos os ritmos. E inventamos a poesia! Pergunte aos fantasmas de todos os grandes poetas do passado! Ele hão de confirmar!
E tudo isso que lhes digo é verdade, absoluta e incontestável,
mesmo que de fato não seja.
Pois nós somos os loucos.
A nós pertence esse fardo.
Não há de quê.
Os loucos!
Só nós enxergamos suas não-cores sem nome, seus anti-ponteiros girando em rotação oposta ao tempo e medimos sua infinita incompletude com a ponta de nossos dedos.
O mundo nos pertence porque nós acreditamos nele de forma inabalável. Com todas as suas lendas e mitos, suas histórias e sonhos, sua farsa e sua magia.
A nós, os loucos, pertencem todos os mundos! Principalmente os irreais, pois somos seus criadores. Cantamos em homenagem às estrelas sem vida e comungamos com a vastidão da inexistência.
Somos Reis e Rainhas. Somos magos e bobos. Somos a suma soma simétrica das rimas.
Nós embalamos os ritmos. E inventamos a poesia! Pergunte aos fantasmas de todos os grandes poetas do passado! Ele hão de confirmar!
E tudo isso que lhes digo é verdade, absoluta e incontestável,
mesmo que de fato não seja.
Pois nós somos os loucos.
A nós pertence esse fardo.
Não há de quê.

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